Há dias em que tudo parece bom.
Uma aula correu muito bem. Preciso mesmo destes dias.
Uma surpresa chegou!
E tudo seria quase quase perfeito se isto não tivesse voltado.
Um esconderijo. A mesma alma. A mesma escrita. Outro local onde a ficção e a realidade se hão-de sempre misturar!
12/06/2007
03/06/2007
a importância de uma canção
Agora compreendo o que diz a canção: "Não se deve amar quem não ouve a mesma canção".
O problema nunca foste tu. Fui eu. Fui eu que insisti em amar-te. Em querer-te demasiado .
Fui eu que te vi onde não estavas. Fui eu que pensei que me amavas. Fui eu que insisti, fui eu que te forcei a querer-me.
Agora que tudo passou, que as mágoas se foram... Agora vejo claramente que entre nós não passou de algo passageiro, algo que não deveria ter durado mais que aquelas duas noites perfeitas.
Nenhuma relação devia existir para além da perfeição. Eu sabia-o. Mas eu queria que tu me quisesses. Então insisti. Eu queria que déssemos certo. Queria que fôssemos aquele casal que parecíamos ser naquelas duas noites.
Na altura não me lembrei de tudo o que nos faltava. Das nossas diferenças. Da rotina criada demasiado cedo. Não me lembrei. Não me deixei lembrar que não gostávamos de ouvir a mesma música. Que não ouvíamos música juntos. Que o nosso tempo sozinhos servia para estarmos em silêncio, sem palavras trocadas. Apenas o som da nossa respiração aparecia por entre os lençóis da cama.
De cada vez que aparecias tocavas à minha porta. Abria-a. Sorrias. Olá. Olá! E agarravas-me os braços, punhas os teus braços à minha volta. Num abraço apertado, como não me visses há muito tempo. Guiavas-me para a cama e lá conversávamos da maneira que sabíamos. Da maneira que não precisávamos de palavras. Daquela maneira em que os nossos corpos pareciam que se conheciam.
Depois deixaste de aparecer. Deixei de te ver. De falar contigo.
Desapareceste. Desapareceste depois de eu assim o permitir. Depois de aparecer em tua casa. Deixei-te depois de te obrigar a querer estar comigo.
Agora sei que nos faltava música. Que nos faltava ouvir o mesmo ritmo de uma canção. A mesma batida da bateria. O baixo a dar a sua marcação. O piano a sua melodia e a guitarra impor-se como a canção.
Faltou-nos partilhar uma letra. Ter uma letra só nossa. Percebê-la. Achar que aquelas linhas foram escritas só para nós.
Agora... agora resta-me lembrar as nossas duas noites perfeitas. Nenhuma relação devia ter mais do que a perfeição...
O problema nunca foste tu. Fui eu. Fui eu que insisti em amar-te. Em querer-te demasiado .
Fui eu que te vi onde não estavas. Fui eu que pensei que me amavas. Fui eu que insisti, fui eu que te forcei a querer-me.
Agora que tudo passou, que as mágoas se foram... Agora vejo claramente que entre nós não passou de algo passageiro, algo que não deveria ter durado mais que aquelas duas noites perfeitas.
Nenhuma relação devia existir para além da perfeição. Eu sabia-o. Mas eu queria que tu me quisesses. Então insisti. Eu queria que déssemos certo. Queria que fôssemos aquele casal que parecíamos ser naquelas duas noites.
Na altura não me lembrei de tudo o que nos faltava. Das nossas diferenças. Da rotina criada demasiado cedo. Não me lembrei. Não me deixei lembrar que não gostávamos de ouvir a mesma música. Que não ouvíamos música juntos. Que o nosso tempo sozinhos servia para estarmos em silêncio, sem palavras trocadas. Apenas o som da nossa respiração aparecia por entre os lençóis da cama.
De cada vez que aparecias tocavas à minha porta. Abria-a. Sorrias. Olá. Olá! E agarravas-me os braços, punhas os teus braços à minha volta. Num abraço apertado, como não me visses há muito tempo. Guiavas-me para a cama e lá conversávamos da maneira que sabíamos. Da maneira que não precisávamos de palavras. Daquela maneira em que os nossos corpos pareciam que se conheciam.
Depois deixaste de aparecer. Deixei de te ver. De falar contigo.
Desapareceste. Desapareceste depois de eu assim o permitir. Depois de aparecer em tua casa. Deixei-te depois de te obrigar a querer estar comigo.
Agora sei que nos faltava música. Que nos faltava ouvir o mesmo ritmo de uma canção. A mesma batida da bateria. O baixo a dar a sua marcação. O piano a sua melodia e a guitarra impor-se como a canção.
Faltou-nos partilhar uma letra. Ter uma letra só nossa. Percebê-la. Achar que aquelas linhas foram escritas só para nós.
Agora... agora resta-me lembrar as nossas duas noites perfeitas. Nenhuma relação devia ter mais do que a perfeição...
30/05/2007
DMB - Fotos
Pronto, aqui estão elas, as minhas fotos. Não foram tratadas, não foram cortadas nem sequer endireitadas!
Assim pequenas parecem perfeitas, mas depois, quando se veem grande, vê-se que não estão perfeitas. Copiem-nas à vossa vontade.
Assim pequenas parecem perfeitas, mas depois, quando se veem grande, vê-se que não estão perfeitas. Copiem-nas à vossa vontade.
Gravedigger! As duas últimas!
ok... isto parece estranho...
Parece muito estranho, mas não me consigo decidir!
Aqui tenho mais liberdade. Aqui estou habituada.
Pareço uma miúda que não se consegue decidir!
Por enquanto é nos dois lados! Depois, logo se verá!
Aqui tenho mais liberdade. Aqui estou habituada.
Pareço uma miúda que não se consegue decidir!
Por enquanto é nos dois lados! Depois, logo se verá!
15/03/2007
23/02/2007
19/02/2007
11/02/2007
04/02/2007
House MD
Which House M.d. Character are you?? (UPDATED!!)
You are Stacey!!!! House's dream lady and the reason he is so insane! Well done! Wow....well....you must have a strong constitution....i mean, ok, so he's passably hot....but i couldn't LIVE with him for two days without going mad!!! But...you know....whatever turns you on..
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Grace Kelly!
Uma prova do Mika... a Grace Kelly...
Last time we talk Mr. Smith you reduced me to tears. I promise it won't happen again.
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